LULASTÊ! Goiânia tá ocupando as praças e lotando as avenidas em prol de @lulaoficial presidente! “Trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua pro teu filho estudar!”, cantavam em coro milhares de vozes ressoando pela cidade, apesar das adversidades.
Esta é a primeira parte de um documentário em elaboração sobre as imensas manifestações cívicas que vem ocorrendo na capital de Goiás em defesa de um Brasil mais justo, igualitário e soberando. Eis o exercício concreto da cidadania em tela, num dos momentos mais críticos da história do Brasil, em que nos levantamos para ser barreira de contenção e freio de emergência contra o fascismo da seita fundamentalista e extremista chefiada pela familícia Bolsonaro. Ditadura nunca mais! E sem anistia para os golpistas do 8 de Janeiro e os operadores da carnificina pandêmica que transformou o país num imenso cemitério quando os negacionistas e obscurantista Jair, presifake, e Flávio, senadorzinho que nunca trabalhou, fizeram aliança com o vírus para causar mais de 700.000 óbitos evitáveis. O povo brasileiro que está desperto e usa o cérebro não quer o retorno daquela hecatombe bolsotrumpista! Queremos Lula lá, outra vez, para que nossa construção coletiva de um país mais justo possa prosseguir.
Esta é uma produção audiovisual de @acasadevidro_pontodecultura. Um filme de @educarlidemoraes. Com contribuição de @gabrielbielbilo nas filmagens de drone. Com trilha sonora instrumental, ao início, da banda pernambucana @livingintheshitoficial. Com participação dos batuqueiros de @bloconaoenao, @blocodocacador, @corodepau e @baquesativa. Com apoio do coletivo artvista @fritosdaterra. Filmado em 11 de Outubro de 2026. Copyleft – Creative Commons. Livre pra repostar e recortar, desde que citada a fonte original.
Lulastê, camaradas! “O Lula que habita em mim saúda o Lula que habita em você”.
– RUA PRA QUÊ?!? O coleguinha derrotista pode disparar a pergunta em clima de “já perdeu”… mas o jogo tá sendo jogado e que joguemos a toalha é justamente o que quer o bolsofascismo. O calor da rua é um caldeirão que atiça nossas indignações e que nos acende o fogo de uma luta que precisa ser lutada com todo nosso suor. Ou então em 26 de Outubro iremos todos ao funeral da democracia no altar de sacrifício montado para ela por uma familicia grotesca e seu gado de manobra repleto de patriotários e suicidadãos. Nós estamos ocupando avenidas e praças na vibe da esperança equilibrista – lá está ela, quase despencando no precipício, mas equilibra-se na corda bamba por cima do abismo, impulsionada pelos batuques, pelos coros, pelo uníssono das palavras de ordem, pelo tremular das bandeiras.
É rua pois a História não registra os feitos dos ausentes, dos covardes, dos acomodados, mas sim os daqueles que marcham para conter o bolsonarismo, câncer social dos mais atrozes que já afligiu a sociedade brasileira e que hj se encontra em metástase. É rua pois ela tá em sinergia com as redes e importa para as urnas. É rua pois é nela que ressoa pela cidade, apesar da adversidade, nossa potência conjugada.
Como fez esta coletiva potência popular na Praça Honestino Guimarães em 11 de Outubro naquela que talvez tenha sido a maior manifestação do campo lulopetista em Goiás no século 21. Os tambores ressoaram com força, o Carnaval de Rua extemporâneo tomando conta da praça batizada em homenagem a uma das lideranças estudantis que a ditadura assassinou – Honestino teve sua morte em 1973, aos 26, em razão de atos de violência sofridos quando estava sob custódia do Estado brasileiro. Hoje, longe de esquecido, está nos cinemas e nos coraçoes desta estudantada aguerrida que veio pra virar o jogo e que acredita que o improvável pode se fazer o realizado. É ruuuuua pois a rede se inflama também com as imagens e sons que mostram nossos números, nossa coragem no grito, nosso uníssono nos coros, nossa polifonia rítmica na batucada de quem não aceitou derrota. Somos milhões e milhões, na corda bamba de sombrinha, num tenso equilíbrio sobre o abismo, e entre a sociedade brasileira e o fascismo estamos lá, barricada humana, feita de vísceras e música, dizendo inclusive que, se por desventura os fascistas passarem nas urnas, bem… preparem-se para nossos tsunamis nas ruas!
“Chora a nossa Pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarices
No solo do Brasil
“Mas sei que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança dança
Na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha
Pode se machucar
Azar
A esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar…”
Alidr Blanc
Publicado em: 15/10/26
De autoria: casadevidro247
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